sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Um Edifício no Meio do Mundo

Aquilo que nos une, também é o que separa. Nós brigamos pelo amor que temos. Por não vivê-lo integralmente, por medo da perda, por medo de falhar.

Aquilo que nos separa, também é o que nos une. Porque não há nada que possa doer mais do que não tê-la por perto. E isso nos faz ver que este amor é inevitável.

Um Edifício No Meio do Mundo

Ana Carolina / Jorge Vercilo

"Os meus olhos cheios d'água
Seu mar vazio
Qual é o fio que nos une e nos separa?
Eu quero seu sorriso
No correr da minha hora
E não falta nada pra gente ser feliz agora
Só por você eu dei até o que eu não tive
Há tantos que vivem sem viver um grande amor
Eu que sonhei por tanto tempo em ser livre
Me prenda em seus braços
É o que eu te peço
Somos um barco no meio da chuva
Um edifício no meio do mundo
Fortes e unidos como a imensidão
Num passeio no meio da rua
Vamos dias e noites afora
Agora podemos ver na escuridão
Só por você eu dei até o que eu não tive
Há tantos que vivem sem viver um grande amor
Eu que sonhei por tanto tempo em ser livre
Me prenda em seus braços
É o que eu te peço."

E tudo que é contra nós, ainda mais nos une.

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